Lançamento do livro “As esganadas”, de Jô Soares

No dia dezoito deste mês, estive na Academia Brasileira de Letras. Foi uma grande satisfação estar em uma das instituições mais importantes do país — e talvez do mundo. Ela tem entre seus fundadores poetas como Machado de Assis e Olavo Bilac. Acho que todo mundo sabe do valor cultural e histórico que a ABL tem, mas o que me levou até lá foi o lançamento do mais novo romance de Jô Soares, As Esganadas.

Ao comprar o livro, já me deparei com Ney Latorraca — um ator de quem gosto muito —, Sérgio Cabral (pai do governador do Rio de Janeiro), grande historiador musical e cronista esportivo, além de outras personalidades.

Fui encarar a imensa fila para ter a oportunidade de pegar um autógrafo do Jô Soares. Ao sair de casa, peguei meus dois livros para presenteá-lo e escrevi um pequeno recado pedindo ao Jô uma oportunidade de apresentar o meu trabalho. No momento em que me encontrei com ele, entreguei os meus livros e pedi essa oportunidade. Claro que não sei se o Jô vai ler os meus livros — e muito menos o meu recado —, mas arrisquei, e para mim já valeu.

Acompanho o Programa do Jô desde a época do SBT. Claro que um dos meus sonhos seria ter a oportunidade de ir lá um dia, falar de literatura e das coisas da vida com o Jô Soares. Seria o máximo!

Recomendo a leitura do livro As Esganadas. Já comecei e me sinto preso na história, sem conseguir parar de ler. É uma ótima narrativa. Vale a pena. A história do livro é sobre um assassino em série — mas um assassino de mulheres gordas. O livro é cheio de peculiaridades e tem como pano de fundo o Rio de Janeiro da década de 30 e o Estado Novo.

É sempre muito bom dividir esse tipo de experiência.

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