Poesias

Teu corpo, minha pátria

Longe de ti, estou exilado de minha metade! Teu corpo é como a minha pátria! A minha pátria de mares, cachoeiras, pássaros… A minha pátria, o meu repouso, o meu abrigo… Pátria minha tão distante, tão longe… Sigo em outro pouso, em outra terra… E sinto falta do cheiro do teu pescoço nu, dos teus […]

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Amor marginal

enlaçado sou a dama de meu lar, preso como quer a sociedade, formal como requer os padrões da burguesia notar disformes jeitos de liberdade, pulsar mais forte como um sabiá voando, ‘disformalizar’ em mim essa agonia como prezar fidelidade a outro sem ao menos ser fiel a mim, ao meu eu, ao meu sentimento? amar

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Dois poemas sujos

I Eu, mulher de tantos amores, homens, desilusão… Casada eu fui com a tristeza e traição por não ter a forma e nem o cheiro de flores Mas, mesmo assim, ainda no meu ato obsceno, eu gemia e na hora do prazer de feia, ele via, que se fartava com a mulher mais linda! II

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O meu chamado

Um som estridor no permeio de minha alma, surgiu como uma cólera latente e atroz que me chamava para os cânticos líricos, levando-me à redoma eterna dos deuses da poesia. E fui, fui numa voluptuosidade para um mundo espectro como um novel totalmente virgem. Porém, já estava púbere pra cair descarnado a toda forma poética

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A nossa vida

Entre tambores, flores, festas e Orixás, enamorei o seu corpo com a minha retina! Na sua boca, repousei a minha boca. Ah, quanta vontade desse repouso de lábios, do pouso sem limites do meu corpo sobre o seu corpo, e do enlace mais profícuo de nossas almas suplicantes! Assim começamos juntos a nossa vida! Abraçamos

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Tua loucura

Reparo abruptamente o teu sorriso e admiro-o sem ter medo, sem ter siso! Deslumbro-me de fato por tua imagem seduzida por tenra escuridão e exprimindo uma frágil emoção, fachos de luzes sutis se desfazem! Pousas sentada reta, alva, serena… Não há no mundo outra mais linda cena! Teu corpo, ah o teu corpo tão formoso!

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Sem você

Quantas vezes tenho que dizer que amo você? Não sei! Às vezes, até finjo entender o que sinto. Com você, as coisas têm sentido — e até a vida parece ter. Mas, sem você, tudo se perde… Nada tem sentido, nem mesmo o amor! Também não sei por que é assim. Quando estou só, tudo

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De mãos dadas

“No silêncio do vazio/ Arrastando maravilhas/ Nem vertigem, nem limites/ Daqui a pouco é outro dia” (Kali C./Alexandre Lemos) Noite estrelada,… Lua cheia,… Solidão,… Quarto vazio,… Pensamentos soltos,… Peito vazio… É pouca a luz que me ilumina! Nós, poetas, amantes dos versos, deliciamo-nos no embalo das canções! Nós, poetas, criamos universos carregados de lamentos e

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Contemplação

Tu contemplas a memória vazia dos homens. Tu, mulher cuja beleza afronta o sol e tudo o mais que se admire na felicidade! Sim, a beleza é traço fundamental, mas tu, mulher, vais muito mais além — e tão alto e tanto, e tanto e tão alto! E assim, sublime e serena, te perco de

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Costurando palavras

Caço palavras, perjuro e maldigo o amor, traço em linhas a dor, emociono corações e almas! Mostro o que me resta, faço da poesia a minha escrava, pois nesta vida ser poeta, é catar sentimentos, é costurar palavras! Autor: Tulio Rodrigues Publicado nos livros: Ensaio Poético: E-book e Físico e Fragmentos Poéticos: E-book Imagem: Por Pexels via Pixabay

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