Fragmentos Poéticos

Anjo Gabriel

  Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Coluna do Fla (@colunadofla) Gabriel! Nome próprio; do latim; do grego; do hebraico; do Flamengo! Gabriel! Anjo; homem forte; desbravador; predestinado; príncipe da Nação Rubro-Negra! Gabriel! Hoje, camisa nove, amanhã, camisa dez! o filho eterno; abaixo de Deus; Lil profano; ídolo sacro! Gabriel! O […]

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Resposta à carta de uma querida poeta

Eu lhe propus somente um desafio! Convido-lhe já faz anos a fio! Roguei seus textos, dores, sentimentos para nos dar luz a uma poesia que contenha mais versos de alegria sem traços de tristeza e de tormentos! Mas continuam seus blocos devastados pelos seus sentimentos revirados por um vazio causado pela dor! E assim você

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Santa

Te devoto meus braços com carinho e mais tu me abençoas com dois mil beijos canonizados por ti, teus desejos, não me deixam jamais andar sozinho! És santa, imaculada de gracejos, a oração que me priva do espinho. Mostre-me a direção do meu caminho, pois és a luz mais sã dos meus lampejos! Nessa busca

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Anjo que te guia

Amor, eis que quando te vi algo em ti, o meu coração anseia. Muito mais é esta boca que te lambuza e beija. Seja à noite ou ao dia, no céu repousas quieta e em meio a tudo isso, sou o anjo que te guia. Autor: Tulio Rodrigues Publicado nos livros: Ensaio Poético: E-book e Físico e Fragmentos Poéticos: E-book

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O bastardo

A dor do filho meu eu sinto agora, ao relembrar a dor do meu rebento. O mundo assim disperso e nunca atento faz-me sentir a mesma dor de outrora. Ramo de flor, tu foste só o invento com que minha inocência foi embora, desejando até tudo morto a fora porque vivo só resta se for

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Teu corpo, minha pátria

Longe de ti, estou exilado de minha metade! Teu corpo é como a minha pátria! A minha pátria de mares, cachoeiras, pássaros… A minha pátria, o meu repouso, o meu abrigo… Pátria minha tão distante, tão longe… Sigo em outro pouso, em outra terra… E sinto falta do cheiro do teu pescoço nu, dos teus

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Pelas suas promessas

Não ligo para suas toalhas molhadas, sua calcinha secando no chuveiro, seu jeito a me enroscar pelo banheiro e seu tom tão maroto de risadas. Dormir no Manto, já é costumeiro! Levo doces, poesias declamadas, marcas de beijos, flores perfumadas, pois sempre lembro de você primeiro. Me excito, louco pelas suas promessas que mais parecem

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Amor marginal

enlaçado sou a dama de meu lar, preso como quer a sociedade, formal como requer os padrões da burguesia notar disformes jeitos de liberdade, pulsar mais forte como um sabiá voando, ‘disformalizar’ em mim essa agonia como prezar fidelidade a outro sem ao menos ser fiel a mim, ao meu eu, ao meu sentimento? amar

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Dois poemas sujos

I Eu, mulher de tantos amores, homens, desilusão… Casada eu fui com a tristeza e traição por não ter a forma e nem o cheiro de flores Mas, mesmo assim, ainda no meu ato obsceno, eu gemia e na hora do prazer de feia, ele via, que se fartava com a mulher mais linda! II

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O meu chamado

Um som estridor no permeio de minha alma, surgiu como uma cólera latente e atroz que me chamava para os cânticos líricos, levando-me à redoma eterna dos deuses da poesia. E fui, fui numa voluptuosidade para um mundo espectro como um novel totalmente virgem. Porém, já estava púbere pra cair descarnado a toda forma poética

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