Poesia: A você, mulher

Poeta Tulio Rodrigues

Dou-lhe tudo que mais desejo e penso
pra fazer disso tudo mais intenso,
mostro-lhe como posso mais que tudo.
Se eu não pudesse tudo mais que posso
esse amor que não é meu, mas é nosso
desfalecia triste, frágil, mudo!…

Dar-me o seu corpo, a sua alma, o seu espinho…
É seu corpo o meu cais… Você, o meu ninho!
É você a minha eterna primavera;
a minha doce e única estação,
é minha musa, minha fixação,
é você a minha última quimera!

Entrega-me esse amor e esse desejo,
desenhe em mim seus lábios com um beijo,
deixa-me acariciar os seus cabelos…
Com você, nem eu ganho, nem eu perco,
pois, eu peço: – Prenda-me no seu cerco,
que eu lhe prendo sedenta nos meus pelos. –

Permita-me viver toda incerteza,
pois já não quero ter qualquer certeza
e quanto mais pareça ser incerto,
sei que de fato, a vida de repente
possa fazer de um ato inconsequente
um sentimento tão puro e tão certo!

Eu sei que possa parecer loucura,
mas é você o remédio, a minha cura,
a mais sublime, a minha eterna estrela…
Hoje, envolvido nesse sentimento
de loucura, amor luz e encantamento
faz-me pensar somente em poder tê-la!

Eu dedico a você, minha menina,
o meu amor sem preço e sem propina.
Eu dedicarei sempre o que quiser
com todo apreço e sem banalidade,
mas falando a você toda a verdade
é tudo pra você, oh doce mulher!

Tulio Rodrigues

Rio de Janeiro, 21 de abril de 2011.

Poesia: A você, mulher

Poeta Tulio Rodrigues

Dou-lhe tudo que mais desejo e penso
pra fazer disso tudo mais intenso,
mostro-lhe como posso mais que tudo.
Se eu não pudesse tudo mais que posso
esse amor que não é meu, mas é nosso
desfalecia triste, frágil, mudo!…

Dar-me o seu corpo, a sua alma, o seu espinho…
É seu corpo o meu cais… Você, o meu ninho!
É você a minha eterna primavera;
a minha doce e única estação,
é minha musa, minha fixação,
é você a minha última quimera!

Entrega-me esse amor e esse desejo,
desenhe em mim seus lábios com um beijo,
deixa-me acariciar os seus cabelos…
Com você, nem eu ganho, nem eu perco,
pois, eu peço: – Prenda-me no seu cerco,
que eu lhe prendo sedenta nos meus pelos. –

Permita-me viver toda incerteza,
pois já não quero ter qualquer certeza
e quanto mais pareça ser incerto,
sei que de fato, a vida de repente
possa fazer de um ato inconsequente
um sentimento tão puro e tão certo!

Eu sei que possa parecer loucura,
mas é você o remédio, a minha cura,
a mais sublime, a minha eterna estrela…
Hoje, envolvido nesse sentimento
de loucura, amor luz e encantamento
faz-me pensar somente em poder tê-la!

Eu dedico a você, minha menina,
o meu amor sem preço e sem propina.
Eu dedicarei sempre o que quiser
com todo apreço e sem banalidade,
mas falando a você toda a verdade
é tudo pra você, oh doce mulher!

Tulio Rodrigues

Rio de Janeiro, 21 de abril de 2011.

Poesia De teu amor

Poeta Tulio Rodrigues

Se eu não fosse poeta,
se eu não fosse inteligente,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se o clamor de meu som
não fosse clássico ou erudito,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão doente
na alma e no espírito,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse louco e boêmio,
se eu não fosse o dono da noite,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão maluco
num suicídio ou num açoite,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão cético,
se eu não fosse ateu,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão devasso,
apaixonado e inconseqüente,
talvez, eu morresse de teu amor!

Autor: Tulio Rodrigues

Poesia De teu amor

Poeta Tulio Rodrigues

Se eu não fosse poeta,
se eu não fosse inteligente,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se o clamor de meu som
não fosse clássico ou erudito,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão doente
na alma e no espírito,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse louco e boêmio,
se eu não fosse o dono da noite,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão maluco
num suicídio ou num açoite,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão cético,
se eu não fosse ateu,
talvez, eu merecesse o teu amor!

Se eu não fosse tão devasso,
apaixonado e inconseqüente,
talvez, eu morresse de teu amor!

Autor: Tulio Rodrigues

Caracóis


A paisagem é pura e cristalina
e a tua imagem refaz toda pureza!
No teu olhar, candura, alva beleza
e uma inocência doce de menina!
Se estou contigo, não existe tristeza,
se há escuridão, tua luz me ilumina…
Não sei o que há em ti que me fascina,
hoje, só sei que não tenho certeza!
É lindo o teu cabelo solto ao vento,
rodopiando fios na imensidão
de rosas, azaléias e girassóis!
Quero não te querer, mas eu não tento,
pois quero me perder no furacão
misturado a ti, junto aos caracóis!
Tulio Rodrigues

Caracóis


A paisagem é pura e cristalina
e a tua imagem refaz toda pureza!
No teu olhar, candura, alva beleza
e uma inocência doce de menina!
Se estou contigo, não existe tristeza,
se há escuridão, tua luz me ilumina…
Não sei o que há em ti que me fascina,
hoje, só sei que não tenho certeza!
É lindo o teu cabelo solto ao vento,
rodopiando fios na imensidão
de rosas, azaléias e girassóis!
Quero não te querer, mas eu não tento,
pois quero me perder no furacão
misturado a ti, junto aos caracóis!
Tulio Rodrigues