Poesia: Nossa própria poesia

Poeta Tulio Rodrigues

Somos mãos, milhares de mãos
seguras pela nossa própria poesia.
Descrevemos a vida através das palavras,
saudamos o destino em nossos versos.

Somos mãos, milhares de mãos
que desdenha de incautos vazios.
Retratamos o amor e a tristeza
num mesmo cenário, numa mesma tela.

Somos mãos, milhares de mãos
presas, escravas, súditas da poesia.
Desenhamos em versos nossos mais
profundos sentimentos, o nosso ser.

Somos mãos, milhares de mãos
a emoldurar a mais densa tristeza,
a mais sensata e incrédula razão,
a mais insana e incerta forma de amar.

Somos mãos, milhares de mãos…
Diversos dedos… Dezenas de abraços…
Cores diversas… Uma só lágrima…
Um largo sorriso… Sentimentos… Versos…

Somos mãos, milhares de mãos…

Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2009.
Autor: Tulio Rodrigues.
Um grande Natal a todos vocês, amigos e poetas!!!!!!!!!

Poesia: Nossa própria poesia

Poeta Tulio Rodrigues

Somos mãos, milhares de mãos
seguras pela nossa própria poesia.
Descrevemos a vida através das palavras,
saudamos o destino em nossos versos.

Somos mãos, milhares de mãos
que desdenha de incautos vazios.
Retratamos o amor e a tristeza
num mesmo cenário, numa mesma tela.

Somos mãos, milhares de mãos
presas, escravas, súditas da poesia.
Desenhamos em versos nossos mais
profundos sentimentos, o nosso ser.

Somos mãos, milhares de mãos
a emoldurar a mais densa tristeza,
a mais sensata e incrédula razão,
a mais insana e incerta forma de amar.

Somos mãos, milhares de mãos…
Diversos dedos… Dezenas de abraços…
Cores diversas… Uma só lágrima…
Um largo sorriso… Sentimentos… Versos…

Somos mãos, milhares de mãos…

Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2009.
Autor: Tulio Rodrigues.
Um grande Natal a todos vocês, amigos e poetas!!!!!!!!!

Poesia: Sua mensagem

Poeta Tulio Rodrigues

São as águas que emolduram

a minha triste morada.
Não há cor, não há sol, não há nada
que preencha a minha solidão.
Aguardo a chegada de qualquer palavra, 
qualquer voz, qualquer movimento
que mude o panorama estático e preencha a minha solidão.
São as árvores que colorem
as cores do meu triste dia.
Vejo um imenso vazio
que preenche a minha solidão.
Aos poucos perco a esperança
de que algo novo aconteça.
Nada pode mudar a rotina
que preenche a minha solidão.
O que fazer de mim agora?
Aguardei por muito tempo essa notícia,
tenho até miragem e o mar não traz
poesia, não me traz a sua mensagem…
Tulio Rodrigues

Twitter: @Poetatulio

Poesia: Sua mensagem

Poeta Tulio Rodrigues

São as águas que emolduram

a minha triste morada.
Não há cor, não há sol, não há nada
que preencha a minha solidão.
Aguardo a chegada de qualquer palavra, 
qualquer voz, qualquer movimento
que mude o panorama estático e preencha a minha solidão.
São as árvores que colorem
as cores do meu triste dia.
Vejo um imenso vazio
que preenche a minha solidão.
Aos poucos perco a esperança
de que algo novo aconteça.
Nada pode mudar a rotina
que preenche a minha solidão.
O que fazer de mim agora?
Aguardei por muito tempo essa notícia,
tenho até miragem e o mar não traz
poesia, não me traz a sua mensagem…
Tulio Rodrigues

Twitter: @Poetatulio